terça-feira, 23 de agosto de 2011

Tablets nas escolas: como eles podem mudar o ensino



Tablets podem revolucionar o ensino em sala de aula?
Escolas e universidades brasileiras começam a adotar tablets em salas de aula. Será o fim dos livros e dos cadernos?
O professor entra na sala de aula, cumprimenta os alunos e projeta via Datashow um conteúdo extraído da internet. Nas carteiras, os alunos não têm livros, cadernos ou canetas: apenas um tablet, no qual acessam a informação em tempo real, fazem anotações e marcam o capítulo do livro para leitura na aula seguinte.
Cenas como essa podem parecer um privilégio de países de primeiro mundo. Entretanto, ela já está se tornando realidade em escolas e universidades brasileiras. Pouco mais de um ano depois do lançamento dos tablets, começa a crescer o número de instituições de ensino que apostam na ferramenta tecnológica como diferencial educativo.
A Faculdade Interativa COC, por exemplo, gasta cerca de R$ 1,5 milhão por trimestre com o envio de apostilas para seus 26,5 mil alunos em todo o país. Neste ano, optou por uma alternativa diferente: encomendou 20 mil tablets chineses, batizados de “Tablet COC”. O investimento foi de R$ 15 milhões e a implantação será feita aos poucos, com os alunos iniciantes.
iPad: Apple apresenta em seu site uma página dedicada ao tablet na educação
Fonte da imagem: Apple
A expectativa é eliminar a longo prazo os custos de logística e impressão de cerca de 37 mil livros por semestre. Projeto similar está sendo implantado na universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. O tablet será distribuído aos alunos do curso de Direito e, além do material didático para o ano letivo, contará com uma biblioteca virtual com cerca de 1,6 mil obras. 

A INVASÃO DOS TABLETS COMEÇA NO EXTERIOR

Galaxy Tab, da Samsung, outra opção disponível no Brasil
Fonte da imagem: Samsung
Exemplos como os das instituições acima ainda são minoria no Brasil. Contudo, mostram uma tendência que conta com o apoio também dos estudantes. Muitos deles, em especial universitários, já lançam mão dos seus próprios tablets para acompanhar as aulas, ainda que não haja integração com o conteúdo disponibilizado pelos professores.
Nos Estados Unidos, uma escola do Tennessee decidiu substituir por completo o material didático dos seus alunos. Para isso, incluiu apenas um item obrigatório na lista de material escolar: um iPad. A justificativa é que, além de facilitar a interação nas aulas, os tablets pesam muito menos do que uma mochila cheia de materiais.
Além do aspecto ecológico que o tablet traz consigo, uma vez que livros digitais diminuem o consumo de papel, alguns especialistas apontam que antigos projetos como “notebook de cem dólares” podem se transformar em tablets acessíveis para alunos de baixa renda.

INVESTIMENTO DE FUTURO?

Motorola Xoom: tablets potentes ainda estão distantes da realidade do país
Fonte da imagem: Motorola
No Brasil os preços dos tablets ainda são proibitivos: por menos de R$ 1,5 mil você não consegue levar um produto desses para casa. Além disso, a maioria das escolas não está preparada para oferecer conteúdo digital de qualidade ou ao menos do mesmo nível da versão impressa a que estamos habituados.
Contudo, essa situação pode mudar. O Governo Federal estuda isentar os tablets de impostos, algo que diminuiria em pelo menos 30% o valor final do produto. Somado a isso, a expectativa é que haja um aumento na venda de produtos e, com a fabricação no Brasil, que o preço possa cair ainda mais.
Apesar dos investimentos em tecnologia serem fundamentais, há outra questão que também precisa de atenção. Muitos professores, por exemplo, têm menos preparo que os alunos para lidar com novas tecnologias. Por não estarem tão habituados com as possibilidades das novas ferramentas, muitas vezes deixam de explorá-las, por falta de conhecimento.
Resta saber quanto tempo a novidade vai demorar para atingir uma parcela maior da população. Afinal, é natural que nas escolas particulares e, mesmo entre alguns universitários, o acesso às inovações tecnológicas seja facilitado. Contudo, somente quando usuários com menos condições financeiras tiverem acesso aos tablets é que poderemos afirmar que, de fato, uma nova revolução começou. 

As 10 coisas mais irritantes do Facebook



Já chegamos a postar aqui os tipos de contatos no Facebook, agora é a vez de compartilharmos as 10 coisas mais irritantes do Facebook. Com a quantidade de usuários brasileiros migrando para a rede social de Mark Zuckerberg, isso ainda é o começo e poderá piorar ainda mais.
1. Gente que marca os outros em flyer de festa O usuário recebe e-mail dizendo que alguém deixou comentário numa foto dele. Corre para ver do que se trata e… descobre que, na verdade, algum chato o marcou num flyer de festa ou evento, e não numa foto em que ele REALMENTE apareça. Ah, sim: cada vez que alguém comenta na foto, você recebe um aviso. Falamos sobre isso no item abaixo.
■ Como evitar: Vá em configurações de privacidade, selecione a opção de personalizar a ferramenta e liste ali os amigos que estão proibidos de marcar você em fotos.
2. E-mails, e-mails e e-mails Algumas pessoas preferem nem comentar foto de amigo porque, convenhamos: quem quer ficar recebendo aviso de que tal usuário TAMBÉM escreveu algo na mesma imagem? Esse é só um exemplo: tem alerta demais, o tempo todo, no Facebook.
■ Como evitar: Dá para desmarcar as notificações por e-mail em configurações de conta > notificações.
3. Oi, quer teclar? Você mal acabou de fazer login e aparece alguém puxando conversa no chat do FB. OK, às vezes é aquela figura superlegal. Mas nem sempre a gente quer papo, né?
■ Como evitar: Basta selecionar a opção desconectado, que fica no topo da lista de amigos on-line, localizada no canto inferior direito da tela. Também é possível criar uma lista apenas com pessoas que deseja conversar. Faça isso clicando pelo caminho lista de amigos > criar nova lista e selecione só os camaradas. Ainda há um botão que decide se você aparecerá on-line para eles ou não.
4. Sugestões de amizades Alguns usuários perdem a mão (ou a noção) com essa ferramenta e acham que vieram à Terra com a missão de disseminar a amizade entre as pessoas. Resultado: sugerem que você adicione amigos que muitas vezes nem conhece.
■ Como evitar: Não rola de bloquear SÓ a sugestão de amigos. Mas sempre existe a opção de deletar a pessoa mala da sua lista…
5. Apps enfiados goela abaixo Para os curiosos, essa é terrível: alguém responde uma pergunta sobre você. Ainda que provavelmente a resposta seja uma bobagem, dá vontade de saber o que é. Mas, para conseguir ver, é preciso a ativação do tal aplicativo na sua conta.
■ Como evitar: Fazendo terapia para ser menos curioso. Ou desmarcando a opção outros aplicativos no diretório configurações de conta > notificações. Se os convites continuarem a chegar, acesse configurações de privacidade > listas de bloqueio > bloquear convites para aplicativos.
6. Sincronização de postagens com o Twitter Vamos combinar: quem deseja ler tweets vai ao Twitter, certo?
■ Como evitar: A medida é meio drástica: clique remover em qualquer postagem da pessoa no seu mural e, daí, selecione o item ocultar todos os posts deste usuário. Aí você deixa de visualizar não só as atualizações do Twitter dele, como todas as outras. Se preferir, vá até a parte inferior do mural, acesse editar opções e selecione a alternativa amigos e páginas que mais interagem com você — aqui, passam a ser exibidos apenas os posts daqueles com quem você já está acostumado a se comunicar. Neste diretório também é possível selecionar os colegas que aparecerão no seu mural.
7. Convites para eventos A ideia dos convites, em si, é bem boa. O problema é, como no caso dos flyers, a falta de educação da galera.
■ Como evitar: Entre em configurações de privacidade > listas de bloqueio e relacione os amigos que costumam enviar convites indesejáveis.
8. Inclusão em grupos sem sua autorização É como se você abrisse os olhos e tivesse ido parar numa festa estranha com gente esquisita SEM que ninguém perguntasse se você quer. Quando se dá conta, a gente foi parar num grupo sobre consultoria de ETs ou coisas que o valha.
■ Como evitar: Não dá para evitar. No máximo, clicar em deixar este grupo (acesse a página da comunidade e ache o link na coluna lateral direita), o que às vezes pode criar uma situação chata com o amigo que o “convidou”. Se determinados usuários insistem em incluí-lo em listas, é possível denunciá-lo por spam ou fraude — há um link para isso no fim da página.
9. Toma essa ovelha pra você! Nada contra quem curte os joguinhos do Face, seja Máfia Wars, Farmville ou a novíssima versão de Carmen Sandiego. Agora, para quem não participa da brincadeira, haja paciência para toda hora receber ovelhas perdidas e outros “presentes” do mesmo naipe.
■ Como evitar: Escolha uma das solicitações (jogos ou aplicativos) no menu lateral esquerdo da tela. O procedimento é o mesmo para ambos: ao recusar qualquer solicitação, aparecerão em seguida as preciosas opções: bloquear aplicativo? e ignorar todas as solicitações deste usuário?. Pronto. Em configurações de privacidade > listas de bloqueio também é possível elencar todos os usuários que costumam enviar essas solicitações deliberadamente.
10. Então catuca! Sério: QUAL A FUNÇÃO do botão Cutucar? Deixamos essa por último, de tão irritante. Gente, todo chato cutuca! Se na vida real já não é legal, imagine no Facebook.
■ Como evitar: Não dá. Até nisso é irritante. No máximo você pode evitar receber o aviso de que alguém o cutucou, em configurações de conta > notificações.

30 belos motivos para você gostar de uma tattoo .



Você alguma vez já pensou em fazer uma tattoo? Gosta de garotas tatuadas? Bom se nunca se fez estas perguntas, hoje o Minilua traz mais uma vez, alguns dos melhores incentivos a esta bela arte!

Se mesmo depois desta quinta e última parte você ainda não se convenceu, se considere um caso perdido…
Confira:

































Qual o limite de comportamento de casais na rua?













O namoro evoluiu muito com o passar dos anos, o contato ficou maior, 
os carinhos aumentaram gradativamente. Opiniões para estes comportamentos 
vão de "totalmente normal" à "obscenidade".
Para muitos não há mais lugar específico para qualquer atitude, por mais pessoal 
que possa parecer. Mas, há limite para carinhos em locais públicos? 
E qual seria esse limite?
Confira algumas imagens de casais em momentos "indecentes". 



















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